
A cada pôr-do-sol que marca o findar de mais um dia,
Minh'alma triste declama sua solitária poesia...
Do meu silêncio, ecoa uma imensidão de palavras mudas,
Sonetos de lágrimas que alimentam a alma,
Sentimentos perdidos no universo sombrio da solidão,
Sonhos que entorpecem o duro sentido da realidade,
Versos de melancólia que permanecem invisíveis aos olhares egocêntricos...
E o que resta de mim?
Fragmentos de uma vida sem horizonte...
(S.M.)
